14 comentários:
De knownas a 13 de Janeiro de 2009 às 20:42
E mais uma vez, Woody Allen opta por Scarlet Johansson para o papel! O homem tem um fascínio por ela. Eheh, verdade seja dita, ela é uma das melhores actrizes da actualidade, a meu ver.

De qualquer dos modos, ainda estou para ver este filme! São três actores dos quais gosto.


De Lu a 16 de Janeiro de 2009 às 01:07
Francamente, é perder tempo. O único motivo válido é o facto de haver muito poucas fotos da Rebecca Hall pela internet. É um filme fraco, patético, e altamente promocional (só que quando se vai ver um Woody Allen não se espera um folheto promocional...).


De Tiago Vitória a 20 de Janeiro de 2009 às 20:56
Não concordo de todo, com a nota (e os comenários) atribuídos ao filme, é uma obra original, com vários e belos pontos visuais. A história pode não ser a mais original, mas tem como ponto de vista abordar os "amores de verão" (num caso mais complexo), com algumas arestas mais longas e pontiagudas. A moral da história se me puder expressar, é que no fim, no fim...tudo acaba como começou.(ficou a recordação de um verão fugaz em Barcelona).

;)


De Nuno a 21 de Janeiro de 2009 às 16:42
Caro óVitória, respeito a sua opinião, mas tenho alguma dificuldade em perceber como é que uma obra original pode ter uma história que, pelos vistos, não é a mais original... Depois, a meu ver, quando a moral de uma história é "tudo acaba como começou", muito mal vai a imaginação de quem se propõe a contá-la.
O grande problema deste filme é ser feito por um grande realizador, que parece estagnado criativamente. Quem conhece minimamente a obra de Allen saí defraudado. Só mesmo o desempenho de alguns dos actores consegue salvar o "Panfleto Turístico Barcelona" de ser um filme medíocre.


De Blabli a 26 de Janeiro de 2009 às 00:07
Paixões de Verão, Amores de verão...faltou aqui algo essencial para que o filme resultasse em algo grandioso que nos fizesse recomendá-lo aos amigos. O que faltou? Não sei...quem deverá debruçar-se sobre esta "falha" será Allen, se tiver a consciência de que este filme foi uma vã esperança de criar algo de excitante e novo.
No fundo, trata-se de uma história "fácil", ou pelo menos e a meu ver, de uma forma fácil de retratar uma história que poderia ter sido complexa.
Acho que todos os que gostam de cinema, esperam encontrar algo que lhe tire, de alguma forma, o fôlego...
Actualmente é "fácil" pôr duas mulheres bonitas num filme, e envolvê-las fisicamente. Mas creio que é preciso mais do que isso e de música e ambiente agradáveis para criar uma boa história, com algum momento de clímax e sim, que nos faça achar que valeu a pena ver.
Apesar de não conhecer a história do filme antes de o ver, confesso que por Woody Allen e pelos actores, esperava algo mais, mas faltou de facto expressar as potencialidades dos amores representados, e levar-nos a sentir algo para além de alívio pelo terminar do filme.
BlaBli


De ¿...? a 6 de Fevereiro de 2009 às 22:32
Allen não está nem um pouco preocupado se seus filmes são originais ou não..

E úmido não tem H.


De Nuno a 8 de Fevereiro de 2009 às 14:32
A originalidade devia ser algo que preocupa os criadores artísticos... Mas se o caríssimo "ponto de interrogação" sabe o que é que o Sr. Allen quer fazer com a sua obra artística, ainda bem para si.
Quanto ao "h" em húmido, não sei se reparou mas este é um blog escrito em português de Portugal, onde o (infeliz) acordo ortográfico, que desvirtua a língua de Camões, ainda não entrou em vigor.


De ¿...? a 17 de Fevereiro de 2009 às 19:27
Caro Nuno,
quanto à originalidade, talvez, ou talvez não. Alguns podem muito bem chegar a tal patamar e, por arrogância, comodidade ou por realmente achar que tal coisa é muito boa, e continuar fazendo coisas idôneas sem se importar com o "quesito originalidade". E quanto a saber o que ele pensa, de fato não sei, não sou Octopus dos nove tentáculos; Contudo temos sentidos, e apreciações feitas sobre as "n" coisas que nos convirem, devem ser feitas a partir daí.
Quanto ao .pt, é óbvio que eu vi (ou tu achas que alguém do Brasil não vai pensar muito bem antes de entrar n'algo português?). Se não sabes deverias estar aprendendo: o acordo ortográfico entrará em vigor simultaneamente para ambos os países, progressivamente de 2008 até 2011. Se duvidas é só perguntar a qualquer linguista.
E quanto a Camões, francamente, me poupe! Qualquer historiadorzinho, de dois semestres de graduação, sabe que a língua falada e escrita por aquele semi-politeísta caolho, e seus contemporâneos, é muito diferente do português falado e escrito em Portugal e no Brasil nos dias de hoje, o do séc. XIX, XVII, etc. E para fim de conversa, linguístas comprovaram que a língua Portuguesa em Portugal se modificou muito mais do que a do Brasil nso últimos cinco séculos.
Esta língua, que falas e escreves hoje em dia, é muito mais parecida com a do - renegado por ti - acordo ortográfico, do que com a do Aquiles quinhentista de vocês.
Ora pois, irás renegar Camões?


De Nuno a 18 de Fevereiro de 2009 às 17:53
Caro Ponto de Interrogação,

A escrita neste blog será feita em Português de Portugal, durante o tempo que o editor do mesmo achar que terá de ser feita, independentemente de acordos ou desacordos. E não será pelo senhor, nem por outro qualquer comentador anónimo, que este blog irá mudar a sua linha editorial e gramatical. E no que concerne à sua expressão: "ou tu achas que alguém do Brasil não vai pensar muito bem antes de entrar n'algo português?", apenas lhe digo que, pelos vistos não pensou assim tanto, senão não tinha feito o reparo do húmido ser sem "h". Aqui escreve-se assim.

Relativamente à originalidade (ou a falta dela) e à sua interpretação sensorial e afins, não me vou pronunciar mais. A conversa já vai longa e o filme, na minha opinião, não merece tanto.


De ¿...? a 4 de Março de 2009 às 03:06
O filme é tão ruim, e tão digno de deesconsideração, como disseram vocês, que até ganhou um oscar.


De Rita a 4 de Março de 2009 às 10:11
O Oscar é medida para muito pouca coisa. Veja-se a quantidade de óptimos filmes que nem sequer são considerados. Mas se vamos por aí, nem o argumento, nem o realizador, nem o filme em si foram premiados (nem sequer mereceram nomeação).
De todos modos, uma opinião é uma opinião, e as duas estrelas são minhas. E começo a ficar tentada a reduzir para uma apenas...


De luciana a 5 de Abril de 2009 às 01:20
Tem sim.
Húmido.
Humidade.
Humidificar.

Bem haja.


De Gustavo G a 10 de Fevereiro de 2009 às 21:29
Olá,
concordo em parte com a crítica. Não achei tão ruim como foi colocado, achei mediano, isso sim. A Scarlett esteve ótima em Encontros e desencontros e depois parece que não brilhou mais. Contudo ainda é linda... jeje
Não vi os antigos do Woody, preciso vê-los. Annie Hall é uma boa pedida?
Abraço desde Porto Alegre
Gustavo
P.S. abaixo a reforma ortográfica! Pingüim...


De Simao_psi a 5 de Setembro de 2009 às 01:45
Meu Caro, vi agora o Vucky Cristina Barcelona e tive a mesma sensação que você isto é, que no final o espectador não aprende coisa nenhuma. No entanto, pensando melhor, não seria esse "final aberto" desta obra de Allen uma forma de ele nos levar a "pensar" no eventual final. Provavelmente (e, em boa medida ao estilo do próprio Allen ) a vida é mesmo uma tristeza insuportável. Já viu que tanto Vicky como Cristina apesar desta história romântica em Barcelona, continuaram com as suas vidas tal como eram antes das férias?

Gostaria de falar também, para terminar, da ironia sempre presente neste filme do Allen e que também o caracteriza ao longo da sua obra.. Javier Bardem tinha tudo para ter um verdadeiro menáge à trois " com Vicky e Cristina... Então porque carga de água é que ele teve com Cristina e a sua Ex-Mulher? A vida é mesmo irónica.

Parabéns pelo seu blog e continuação de bons filmes.


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