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CINERAMA

CRÍTICA E OPINIÃO SOBRE CINEMA

CINERAMA

CRÍTICA E OPINIÃO SOBRE CINEMA

Patti Smith - Dream of Life *** 1/2

07.05.08, Nuno

ALIGN=JUSTIFY>Realização: Steven Sebring. Género: Documentário. Nacionalidade: EUA, 2008.


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ALIGN=JUSTIFY>Patti Smith em versão “road movie” caseiro e particular. Eis uma possível descrição para o documentário de Steven Sebring. Mas Patti Smith é claramente maior que a vida. E a vida da senhora, além de invejável em termos artísticos, é um percurso notável de sentimentos, vivência, descobertas, fragilidades, dramas e muito boa música.


ALIGN=JUSTIFY>Filmado num preto e branco muito poético (com um curto apontamento de cor), este filme, narrado pela própria Patti Smith, leva-nos a conhecer as múltiplas facetas da artista, bem como a família, amigos e músicos desta.


ALIGN=JUSTIFY>Visualmente bonito, recheado de “potentes” extractos de concertos da cantora (Smith é claramente um animal de palco), “Dream of Life” é também um poema em constante crescimento.



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Lou Reed's Berlin ***

07.05.08, Nuno

ALIGN=JUSTIFY>Realização: Julian Schnabel. Género: Documentário. Nacionalidade: EUA / Reino Unido, 2007.


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ALIGN=JUSTIFY>Lou Reed no seu melhor, a exorcizar os demónios que lhe rejeitaram a qualidade e importância do álbum que sucedeu a ‘Walk on the Wild Side’. Música. Muito boa música, muito bem filmada por Julian Schnabel e extremamente bem ilustrado pela irmã deste que realizou as curtas-metragens que percorrem o lado cénico do concerto.


ALIGN=JUSTIFY>E é hora e meia de grande música, com ‘Berlin’ a ser tocado na íntegra, apoiada por orquestra, coro e vozes únicas, como a de Antony. E (bolas!) como é único o momento em que o olhar de “pai babado” de Reed comtempla Antony, após este ter recriado ‘Candy Says’, como só ele sabe.


ALIGN=JUSTIFY>Para fãs de Reed e para os curiosos-melómanos de álbuns “amaldiçoados”.



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Pink *

07.05.08, Rita

ALIGN=JUSTIFY>T.O.: Roz. Realização: Alexander Voulgaris. Elenco: Alexander Voulgaris, Argiris Thanasoulas, Romanna Lobats, Christina Mathea, Dimitris Veanos, Teresa Kouroukli. Nacionalidade: Grécia, 2006.


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ALIGN=JUSTIFY>Vassilis (o realizador Alexander Voulgaris), um jovem na casa dos 20 vive com o seu pai (Dimitris Veanos) e o irmão Sakis (Argiris Thanasoulas), um actor de televisão. Fechado num complexo de Peter Pan, ele investe todo o seu tempo em música e em sonhos despertos com Emily, uma irlandesa por quem se apaixonou numa passagem de ano em Berlim. Após recuperar de um cancro, a mãe (Teresa Kouroukli) abandonou a família. O pai voltou a casar, mas manteve-se distante e silencioso. Enquanto Sakis se passeia pelas ruas a coleccionar os números de telemóvel de jovens fans, Vassilis dedica-se ao seu documentário sobre música, através do qual conhece Snezana (Romanna Lobats), a filha de 11 anos de um casal ucraniano que Vassilis entrevista. Os dois tornam-se improváveis amigos, e, juntos, refugiam de um mundo que não entendem (ou que não os entende).

ALIGN=JUSTIFY>Aquele que pretendia ser um estudo sobre os medos e ansiedades de uma geração grega dividida entre uma infância cómoda e um imprevisível futuro de objectivos nebulosos, acaba por se tornar um teste à paciência do espectador, obrigado a suportar o arrastado ritmo quotidiano de personagens com as quais nunca se chega a identificar. À excepção de um momento surpreendente de humor, a solução fácil do desfecho serve apenas para confirmar, por um lado, a impossibilidade de uma amizade genuína que não se confunda com nada mais e, por outro, a total falta de necessidade desta história.

ALIGN=JUSTIFY>Alexander Voulgaris tem, no entanto, escolhas estéticas que não deixam de ser interessantes, dos bonecos biomórficos espalhados pelo quarto de Snezana (todo ele um reduto de elementos mágicos) às tintas que escorrem pela parede num simbolismo emocional. Mas tudo isso perde força quando estamos perante um argumento tão pessoal que parece não ter sido objecto das questões devidas.

ALIGN=JUSTIFY>É verdade, o “pink” vem do nome do poodle de Vassilis, Roz. As if it mattered anyhow...








My Blueberry Nights **

06.05.08, Rita

Realização: Wong Kar Wai. Elenco: Norah Jones, Jude Law, Natalie Portman, Rachel Weisz, David Strathairn, Chan Marshall. Nacionalidade: Reino Unido / EUA, 2007.





Elizabeth (Norah Jones) vagueia pelas ruas de Nova Iorque, depois de um desgosto amoroso. No café de Jeremy (Jude Law) ela é tentada a provar a tarde de mirtilo, aquela que todos os dias é deixada intacta. Ao sair, Elizabeth esquece-se das chaves e volta para trás para encontrar, atrás do balcão do café, uma jarra cheia de chaves perdidas ou esquecidas. Elizabeth desabafa com Jeremy e a relação entre os dois começa a aprofundar-se em encontros regulares. Uma noite, Elizabeth adormece em cima do balcão e adivinha-se que Jeremy lhe roubou esse beijo. No dia seguinte Elizabeth sai da cidade. Na sua viagem, ela passa por Memphis, onde arranja trabalho como empregada de mesa e conhece Arnie Copeland (David Strathairn), um polícia alcoólico abandonado pela mulher Sue Lynne (Rachel Weisz), e por Las Vegas, onde empresta dinheiro a Leslie (Natalie Portman), uma jogadora inveterada que lhe dá o seu carro como garantia.


Wong Kar Wai tem um domínio estético irrepreensível, mas o que ele tinha conseguido em termos narrativos em obras como “In the Mood for Love” ou “2046”, também elas sobre o amor, a perda e a memória de um e outra, não funciona com este “My Blueberry Nights”. Nesta troca do “contemplativo” pelo “comercial” todos saímos a perder.


O argumento, co-escrito com Lawrence Block, propõe-se ser uma viagem de descoberta pessoal de uma rapariga normal através de outras pessoas que passam na sua vida, mas não conduz a lado nenhum. Elizabeth, a personagem de Norah Jones, não erra nem aprende, não cai nem se levanta, ou seja, não evolui. Sai da sua cidade mas nunca sai de si mesma, nunca se liga aos outros, nunca se envolve.


Para cúmulo, a escolha de Norah Jones (que parece ter sido feita através de um casting meramente auditivo) é desgraçadamente falhada. Se a sua música não passa de um morno sussurro, a sua interpretação é de uma insipidez sem limites. Sem emoção, sem sentimentos, sem capacidade para nos arrastar até si. Em contrapartida, as secundárias Natalie Portman como Leslie ou Rachel Weisz como Sue Lynne poderiam cada uma delas dar um filme, não só porque as suas personagens são muito mais interessantes mas sobretudo porque são Actrizes. O mesmo se passa com David Strathairn, com a sua efervescência camuflada. A opção de Chan Marshall (aka Cat Power) como a russa Katya é, no mínimo, dúbia. Além de que o uso demasiado recorrente da sua música ‘The Greatest’ consegue rasar o ridículo.


Wong Kar Wai costuma ser parco no que se refere a diálogos, o que, ao contrário de prejudicar as suas obras, reforça o seu impacto dramático, potenciado pela expressividade dos seus actores e pela sensibilidade do argumento. O mesmo não acontece neste caso, onde os mais abundantes diálogos se perdem em banalidades e numa desconsolada artificialidade. Talvez o facto de desta vez estar a trabalhar em inglês possa servir de justificação, mas não de desculpa.


O espaço americano, nas suas paisagens grandes e despojadas ou dos restaurantes pequenos e familiares, poderia ter servido a Wong Kar Wai como metáfora para o crescimento e desprendimento de Elizabeth, mas também esta gestão parece deixada ao acaso.


O elemento estético é, de facto, o único aspecto onde “My Blueberry Nights” marca pontos. Wong Kar Wai trocou o seu colaborador habitual Christopher Doyle por Darius Khondji mas manteve a sua assinatura, câmara-lenta, cores vibrantes e belos enquadramentos. E aqueles close-ups de gelado a derreter... Mnhamm! Ainda assim, algumas das opções, que começam por ser interessantes são levadas à exaustão, como é o caso dos planos através dos vidros do café de Jeremy.


Em suma, sim, “My Blueberry Nights” correspondeu às minhas expectativas. Infelizmente. Quem comece com este Wong Kar Wai terá na mão um mau cartão de visita.






CITAÇÕES:


“Elizabeth – So what's wrong with the Blueberry Pie?
Jeremy – There's nothing wrong with the Blueberry Pie, just people make other choices. You can't blame the Blueberry Pie, it's just... no one wants it.”
NORAH JONES (Elizabeth) e JUDE LAW (Jeremy)


“Katya – Sometimes, even if you have the keys those doors still can't be opened. Can they?
Jeremy – Even if the door is open, the person you're looking for may not be there, Katya.”
CHAN MARSHALL (Katya) e JUDE LAW (Jeremy)


“It took me nearly a year to get here. It wasn't so hard to cross that street after all, it all depends on who's waiting for you on the other side.”
NORAH JONES (Elizabeth)




Much ado

05.05.08, Rita





... about almost nothing



O entusiasmo afrouxou após a audição da música ‘Anywhere I Lay My Head’ que dá nome ao álbum. Uma colagem demasiado próxima à versão dos This Mortal Coil de ‘Song to The Siren’ de Tim Buckley, mas sem sequer a mesma magia, desmistificou a frescura de originalidade que se esperava. De todos modos, deu-se o benefício da dúvida, afinal de contas nem Tom Waits nem David Bowie associariam o seu nome com displicência. E, na verdade, a voz de Scarlett Johansson não é de todo desagradável, ainda que mal conseguisse transparecer sob a máscara da orquestração.


Com atenção ouvi o álbum de uma ponta à outra. Infelizmente, a emoção continuou sem surgir. ‘Anywhere I Lay My Head’ permanece, ainda assim, como o registo mais bem conseguido.


Uma pena, miss Scarlett...



Menos mal que a semana passada me ofereci, finalmente, esta peça de colecção:







HOLA LISBOA 2008

05.05.08, Rita


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ALIGN=JUSTIFY>De 21 a 25 de Maio, o Cinema São Jorge recebe uma nova edição do Festival de Cinema Ibero-Americano, o Hola Lisboa, de onde se destaca a ante-estreia do filme “Tropa de Elite” de José Padilha. Bilhetes a 3,50 euros.


ALIGN=JUSTIFY>FILMES EM COMPETIÇÃO:



SRC=http://www.holalisboa.com/imagens/tropadeelite.jpg ALIGN=RIGHT BORDER=10> COLOR=#E90909>TROPA DE ELITE, de José Padilha (Brasil, 2007, 118min)



com Wagner Moura, Caio Junqueira, André Ramiro, Maria Ribeiro, Fernanda Machado

ALIGN=JUSTIFY>SIZE=1> Nascimento, capitão da Tropa de Elite, lidera uma equipa de militares treinados para intervir em zonas de risco nas favelas do Rio de Janeiro. Cansado da corrupção existente na polícia, Nascimento procura um substituto para o seu cargo. Neto e Matias, ambos a realizar o curso de formação para entrarem na Tropa de Elite, destacam-se pela honestidade.




SRC=http://www.holalisboa.com/imagens/barcelona.jpg ALIGN=RIGHT BORDER=10> COLOR=#E90909>BARCELONA [UN MAPA], de Ventura Pons (Espanha, 2007, 90min)



com Núria Espert, Josep Maria Pou, Rosa Maria Sardà, Jordi Bosch, María Botto, Pablo Derqui, Daniel Medrán, Ramon Villegas

ALIGN=JUSTIFY>SIZE=1> Rosa (Núria Espert) e Ramon (José María Pou) são um velho casal, donos de um edifício velho e que alugam quartos. Barcelona (un mapa) conta assim a história de seis personagens que vivem neste prédio. Ramon, antigo porteiro da ópera, pede a todos para irem embora, pois está a morrer e quer ficar sozinho nos últimos dias da sua vida. Incesto, homossexualidade e adultério cruzam-se na vida de todas as personagens.








SRC=http://www.holalisboa.com/imagens/sonarnocuestanada.jpg ALIGN=RIGHT BORDER=10> COLOR=#E90909>SOÑAR NO CUESTA NADA, de Rodrigo Triana (Colômbia, 2006, 96min)



com Juan Sebástian Aragón, Diego Cadavid, Manuel José Chávez, Carlos Manuel Vesga, Verónica Orozco, Marlon Moreno, Carolina Ramírez, Carolina Cuervo

ALIGN=JUSTIFY>SIZE=1> Colômbia, Maio de 2003. Baseado em factos reais, este filme conta a história de quatro soldados que pertencem a um grupo do exército nacional da Colômbia e que combatem a guerrilha na selva amazónica. Após desalojarem o inimigo, os soldados encontram 46 milhões de dólares escondidos pelos guerrilheiros. O aproveitamento milionário da situação acabará cedo em pesadelo.




SRC=http://www.holalisboa.com/imagens/dotcom.jpg ALIGN=RIGHT BORDER=10> COLOR=#E90909>DOT.COM, de Luís Galvão Teles (Portugal, 2007, 103min)



com João Tempera, Marco Delgado, María Adánez, Maria José, Margarida Carpinteiro, Adriano Luz, Isabel Abreu, José Eduardo, Lia Gama e Tony Correia

ALIGN=JUSTIFY>SIZE=1> Águas Altas. Este é o nome de uma pequena e bela aldeia portuguesa do interior. Composta por gente humilde, Águas Altas está prestes a ser o centro do mundo. Tudo porque uma multinacional sediada em Madrid quer reclamar o nome do seu site para lançar uma água com o mesmo nome. Mas no interior da aldeia há quem queira vender o site à multinacional e quem, por outro lado, se mostre irredutível. Um diferendo que cai nas bocas do mundo e que arrasta uma enorme tempestade mediática e uma intervenção directa do Primeiro-ministro português. Está nas mãos dos aldeões gerir uma questão de identidade nacional perante a «invasão» espanhola.




SRC=http://www.holalisboa.com/imagens/opaio.jpg ALIGN=RIGHT BORDER=10> COLOR=#E90909>PAÍ, Ó!, de Monique Gardenberg (Brasil, 2007, 96min)



com Lázaro Ramos, Stênio Garcia, Wagner Moura, Luciano Souza, Dira Paes, Érico Brás, Tânia Tôko, Emanuelle Araújo, Rejane Maia, Lyu Arisson, Valdinéia Soriano

ALIGN=JUSTIFY>SIZE=1> No primeiro dia do Carnaval da Bahia, os habitantes de um animado cortiço localizado no Bairro da Barroquinha, logo abaixo do Pelourinho, se debatem com a notícia de que a impiedosa dona do pobre prédio fechara o registo de água para acabar com a festa de todos. Ó paí, ó, como o título indica em "dialecto baiano" ("olhe para isso, olhe"), volta as lentes para o espaço privado de um cortiço de onde vão surgir personagens-ícones da indústria cultural na Bahia. O filme faz uma rasura na superfície de uma reordenação urbanística do Pelourinho que violentou territorialidades negras em tentativas vãs de embranquecimento cultural e de desafricanização dos espaços públicos de Salvador.




SRC=http://www.holalisboa.com/imagens/padrenuestro.jpg ALIGN=RIGHT BORDER=10> COLOR=#E90909>PADRE NUESTRO, de Rodrigo Sepúlveda (Chile, 2006, 100min)



com Jaime Vadell, Luis Gnecco, Francisco Pérez-Bannen, Cecilia Roth, Amparo Noguera

ALIGN=JUSTIFY>SIZE=1> Caco decide aproveitar os últimos dias que lhe restam de uma doença terminal, realizando uma viagem em família de retorno aos seus lugares de adolescência entre Valparaíso e Quintero. Do confronto entre o presente e passado resultará a reconciliação consigo próprio.




SRC=http://www.holalisboa.com/imagens/xxy.jpg ALIGN=RIGHT BORDER=10> COLOR=#E90909>XXY, de Lucía Puenzo (Argentina, 2007, 86min)



com Inés Efron, Martín Piroyansky, Ricardo Darín, Valeria Bertuccelli, Germán Palacios, Carolina Pelleritti, Guillermo Angelelli

ALIGN=JUSTIFY>SIZE=1> Alex, uma adolescente de quinze anos, hermafrodita, é despertada na sua curiosidade sexual pela presença de Álvaro, filho de um casal amigo, recém hospedado em casa dos pais. A confusão de Alex vai desencadear uma série de questões sobre os verdadeiros impulsos e sobre o destino que vai escolher.




SRC=http://www.holalisboa.com/imagens/radiocorazon.jpg ALIGN=RIGHT BORDER=10> COLOR=#E90909>RADIO CORAZÓN, de Roberto Artiagoitía (Chile, 2007, 100min)



com Claudia de Girolamo, Daniel Muñoz, Amparo Noguera, Tamara Acosta, Felipe Braun, Manuela Martelli, Néstor Cantillana, Daniel Alcaíno, Juana Viale

ALIGN=JUSTIFY>SIZE=1> O filme Radio Corazón é baseado em três histórias que são ouvidas num programa de rádio popular chileno El Chacotero Sentimental. Estas histórias estão ligadas por um tema em comum – sexo - , onde os ouvintes relatam os seus envolvimentos e jogos amorosos num registo cómico ao dramático.




COLOR=#AAAAAA SIZE=1>* Sinopses retiradas do site oficial









































VIII Encontros de Viana

04.05.08, Rita


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ALIGN=JUSTIFY>A abertura dos VIII Encontros de Viana, que terá lugar amanhã, dia 5, estará a cargo do filme “Aurora”, de F.W. Murnau.

Para os detalhes desta semana de cinema, vídeo, exposições e workshops, espreitar o site oficial.








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