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CINERAMA

CRÍTICA E OPINIÃO SOBRE CINEMA

CINERAMA

CRÍTICA E OPINIÃO SOBRE CINEMA

Sessão da noite (i)

04.07.07, Rita

ALIGN=CENTER>com Arcade Fire


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ALIGN=CENTER>COLOR=#E90909>BLACK WAVE / BAD VIBRATIONS


We can reach the sea
They won't follow me
Shadows they fear the sun
We'll make it if we run!

Run from the memory
Je nage, mais les sons me suivent
(...)
Stop now before it's too late
Your lover was for hire
Have you noticed he's been late
Nothing lasts forever
That's the way it's gotta be
There's a great black wave in the middle of the sea
(...)


ALIGN=CENTER>COLOR=#E90909>MY BODY IS A CAGE


My body is a cage that keeps me
From dancing with the one I love
But my mind holds the key

I'm standing on a stage
Of fear and self-doubt
It's a hollow play
But they'll clap anyway
(...)
I'm living in an age
Whose name I don't know
Though the fear keeps me moving
Still my heart beats so slow
(...)
My body is a cage
We take what we're given
Just because you've forgotten
That don't mean you're forgiven
(...)












































I Could Never Be Your Woman **1/2

03.07.07, Rita

ALIGN=JUSTIFY>Realização: Amy Heckerling. Elenco: Michelle Pfeiffer, Paul Rudd, Tracey Ullman, Saoirse Ronan, Jon Lovitz. Nacionalidade: EUA, 2007.


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ALIGN=JUSTIFY>“I Could Never Be Your Woman” é uma comédia romântica sobre as impossibilidades do amor. Rosie (Michelle Pfeiffer) é produtora de uma série juvenil na televisão que se apaixona pelo mais recente actor do elenco, Adam (Paul Rudd), cerca de 10 anos mais jovem que ela, ao mesmo tempo a sua filha adolescente, Izzie (Saoirse Ronan), está a viver a sua primeira paixão. Num caminho emocional de aproximação e afastamento, mãe e filha experimentam angústias e inseguranças ironicamente parecidas.

ALIGN=JUSTIFY>A personagem de Tracey Ullman é uma omnipresente Mãe-Natureza em incursões que tendem a interromper o ritmo do filme, e que vai ditando regras, no mínimo discutíveis, sobre o que devem ser as relações amorosas e como cada um se deve comportar. É igualmente discutível até que ponto o amor romântico faz de facto parte da natureza humana, enquanto instinto de sobrevivência e, necessariamente, reacção química à necessidade de propagação da espécie.

ALIGN=JUSTIFY>Mas fugindo dos temas metafísicos, o filme de Amy Heckerling (“Look Who's Talking”), que teve a sua antestreia no Lisbon Village Festival, é uma bem-disposta comédia de situações quase episódicas, que satiriza também o mundo da televisão feita para o público jovem, com modelos moralmente perigosos.

ALIGN=JUSTIFY>Michelle Pfeiffer está lindíssima e a química com Paul Rudd funciona bastante bem. Mas a presença mais marcante é a da jovem Saoirse Ronan, com um olhar quase demasiado irónico para a sua idade, que se reflecte em duas cómicas versões de êxitos musicais de Britney Spears e Alanis Morissette.

ALIGN=JUSTIFY>Pressupõe-se que o amor adulto deva ser mais maduro e racional, pesando os prós e contras das acções e dos sentimentos. Mas, no fundo, isso é simplesmente camuflar a essência da paixão e da entrega inteira a um outro ser. Quando amamos somos todos imaturos e ridículos, não há forma de escapar. E, se houvesse, quem iria querer?


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ALIGN=JUSTIFY>CITAÇÕES:

ALIGN=JUSTIFY>COLOR=#AAAAAA>“Rosie – You’re not even in your 30s!
Adam – Neither are you.”
MICHELLE PFEIFFER (Rosie) e PAUL RUDD (Adam)













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