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CINERAMA

CRÍTICA E OPINIÃO SOBRE CINEMA

CINERAMA

CRÍTICA E OPINIÃO SOBRE CINEMA

René Magritte no cinema (i)

18.07.07, Rita

ALIGN=JUSTIFY>As imagens do pintor surrealista belga René Magritte (1898-1967) são poderosas. Metáforas em si mesmas, mostram aquilo que queremos dizer, quando nem as palavras seriam suficientes. Os meus conhecimentos técnicos são totalmente limitados, portanto é o coração que fala. Ou melhor, a cabeça. Ou melhor, onde quer que se encontre depositada a nossa noção de beleza.

ALIGN=JUSTIFY>Como explicar a emoção de linhas, formas e cores? Como explicar que uma textura, uma imagem, nos toque a alma e nos conforte? Magritte é calor, é felicidade, é um mundo que descubro em cada novo olhar, em cada refrescante reflexo.

ALIGN=JUSTIFY>E se alguém duvida desta paixão, aqui está.

ALIGN=JUSTIFY>Porquê Magritte no cinema? Porque me dei conta de que há quem tenha reparado no seu poder energético e que o tenha estendido num prolongamento lógico para a imagem em movimento. Existem alguns exemplos crassos, mas acredito que a sua obra tenha influenciado visualmente o cinema das mais diversas formas. Aqui saliento alguns desses casos, mas agradeço a quem quiser partilhar alguns outros que vá descobrindo.


ALIGN=JUSTIFY>Magritte é o autor do quadro “Le Fils de l’Homme” (1964) que se torna praticamente uma personagem no filme THE THOMAS CROWN AFFAIR de Jonh McTiernan (1999).


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ALIGN=JUSTIFY>O seu quadro “La Reproduction Interdite” (1939) é transcrito numa cena do filme SECRET WINDOW de David Koepp (2004).


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ALIGN=JUSTIFY>E ninguém me consegue convencer que o CASTELO ANDANTE de Hayao Miyazaki (1986) não se inspirou em “Le Château des Pyrenees” (1959).


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La Faute à Fidel ****

17.07.07, Rita

Realização: Julie Gavras. Elenco: Nina Kervel, Julie Depardieu, Stefano Accorsi, Benjamin Feuillet, Mar Sodupe. Nacionalidade: Itália / França, 2006.





Anna de la Mesa (Nina Kervel) é uma criança de 9 anos, burguesa e avessa à mudança. Infelizmente para ela, está-se na década de 70 e o seu universo seguro é abalado com a chegada da sua tia Marga (Mar Sodupe), fugida da Espanha franquista. Após uma viagem ao Chile, as tendências comunistas dos seus pais, Fernando (Stefano Accorsi) e Marie (Julie Depardieu), começam a pôr em causa o status quo de Anna. Fernando envolve-se pessoalmente na eleição de Salvador Allende, enquanto Marie deixa de fazer artigos para a Marie Claire e começa a escrever um livro sobre a interrupção voluntária da gravidez.


O pequeno apartamento da família de la Mesa, antes uma vivenda com jardim, passa a ser o centro de reunião dos “vermelhos e barbudos”, epíteto dado por uma ama cubana de Anna e François (Benjamin Feuillet), o seu irmão mais novo. Para Anna, a gota de água chega quando os pais decidem que ela interrompa as aulas de catequese no colégio de freiras que frequenta.


A primeira longa-metragem da filha do realizador Costa-Gavras (“Le Couperet”) é um ‘coming of age’ que se reveste da dose certa de ingenuidade e raiva que acompanha todos os processos de crescimento. Lemos no rosto de uma expressiva Nina Kervel todas as dores psicológicas e inquietudes que a assaltam, mas lemos também no brilho do seu olhar o entendimento gradual do mundo que a cerca e a descoberta dos valores de partilha e de espírito de equipa.


O olhar de Gavras sobre o desenvolvimento intelectual da sua protagonista é atencioso e sensível, é feito com a mesma entrega que os pais de Anna têm às suas convicções e aos seus filhos, não isentos de alguma irresponsabilidade, e com a mesma curiosidade de Anna, não isenta do egoísmo característico da idade.


O argumento adaptado por Gavras e Arnaud Cathrine do livro "Tutta colpa di Fidel" de Domitilla Calamai, aborda as consequências que as opções paternas de toda a ordem, desde políticas a morais, têm sobre a formação dos filhos e de como estes, de forma diferente, assimilam essas lições. “La Faute à Fidel” questiona, com humor, a educação e o militantismo, lembrando-nos do poder imenso que a família pode ter como estrutura emocional.









La Doublure **

16.07.07, Rita

ALIGN=JUSTIFY>Realização: Francis Veber. Elenco: Gad Elmaleh, Alice Taglioni, Daniel Auteuil, Kristin Scott Thomas, Richard Berry, Virginie Ledoyen, Dany Boon, Michel Jonasz, Michel Aumont. Nacionalidade: Itália / Bélgica / França, 2006.


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ALIGN=JUSTIFY>O milionário Pierre Levasseur (Daniel Auteuil) é apanhado por um paparazzi na rua, acompanhado da sua amante, a top model Elena (Alice Taglioni). Como desculpa perante a sua mulher Christine (Kristin Scott Thomas), detentora de 60% da empresa da qual ele é presidente, Levasseur inventa que Elena está acompanhada pelo homem que se vê a passar ao seu lado. Esse homem é François Pignon (Gad Elmaleh), arrumador de carros de um restaurante de luxo, que acabou de pedir em casamento Émilie (Virginie Ledoyen), o seu amor de infância. Através do seu advogado, Levasseur oferece a Pignon dinheiro para que ele deixe Elena ir viver para sua casa e corroborar a sua mentira.

ALIGN=JUSTIFY>“La Doublure” começa com uma imaginativa animação no genérico inicial, caminhando depois em direcção a um conjunto de clichés de comédia romântica, que se sustentam graças apenas a um elenco irrepreensível e à boa química entre Elmaleh e Taglioni, que disfarçam o incredível argumento de Veber (“Tais Toi!”, 2003).

ALIGN=JUSTIFY>ALIGN=JUSTIFY>Sem fazer mal, ou bem, “La Doublure” fala da duplicidade entre a realidade e a aparência, não apenas restringida ao mundo material mas, de forma ainda mais importante, ao mundo dos sentimentos. Quantas vezes o nosso inconsciente engana o consciente? E não raramente é necessário um choque violento (ou umas simples cortinas) para que ambos se encontrem.


ALIGN=JUSTIFY>COLOR=#BBBBBB SIZE=1>NOTA PESSOAL: O riso é, sobretudo, a exteriorização de uma emoção. Raramente é descontrolado ao ponto de não conseguirmos contê-lo num sorriso e num regozijo interior. E é extremamente irritante ver um filme acompanhado de constantes e ensurdecedoras gargalhadas, sobretudo motivadas por piadas medíocres. Por favor, meus senhores e minhas senhoras, contenham-se! Ou então aluguem o DVD.



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ALIGN=CENTER>Um destaque para a animação do genérico inicial.


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Die Hard 4.0 *

12.07.07, Rita

ALIGN=JUSTIFY>Realização: Len Wiseman. Elenco: Bruce Willis, Timothy Olyphant, Justin Long, Maggie Q, Cliff Curtis, Jonathan Sadowski, Andrew Friedman, Kevin Smith, Yorgo Constantine. Nacionalidade: Reino Unido / EUA, 2007.


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ALIGN=JUSTIFY>Esqueçam a previsibilidade que várias temporadas da série “24” possam já ter incutido no vosso espírito, esqueçam o facto de haver americanos a falar com mercenários franceses e italianos e cada um usando o seu próprio idioma, esqueçam os buracos do argumento ou algumas deficiências de montagem, esqueçam a lamechice e os diálogos sem originalidade.

ALIGN=JUSTIFY>Concentrem-se no talento físico de Bruce Willis, na sua ironia, na sua capacidade sem limites – como bom ‘action hero’ que é – para resolver todas as questões logísticas que se lhe deparam. Concentrem-se em Justin Long (o Mac dos anúncios da Apple), cuja grande química com Willis tornou a sua contracena o ponto alto deste filme. E concentrem-se nos tremendos efeitos especiais.

ALIGN=JUSTIFY>Ainda assim, “Die Hard 4.0” consegue ser um filme aborrecido nas suas mais de duas horas e meia de duração.

ALIGN=JUSTIFY>Um grupo de terroristas informáticos, liderado por Thomas Gabriel (Timothy Olyphant) pretende derrubar os Estados Unidos, aproveitando o Dia da Independência para destruir as redes de computadores que controlam as redes de transportes, de telecomunicações, de energia e de serviços financeiros. Os mais importantes ‘hackers’ identificados pelo FBI foram assassinados, à excepção de Matt Farrell (Justin Long). O detective John McClane (Bruce Willis) é encarregue de ir buscar Farrell e levá-lo até Washington para ser interrogado. McClane acaba por salvar a vida de Farrell, que parece ser o único capaz de solucionar a derrocada da infra-estrutura informática do país (com o auxílio do refrescante ‘computer nerd’ interpretado por Kevin Smith, realizador de “Dogma”, “Clerks”).

ALIGN=JUSTIFY>Assim se inicia uma fuga / perseguição que compreende a destruição de diversos carros (um deles é inclusivamente atirado contra um helicóptero), a explosão de uns quantos edifícios, umas quantas mortes intencionadas, outras colaterais, algum kung-fu proporcionado por uma bela asiática, a luta de um camião com um viaduto periclitante e um rodeo em cima de um avião. Para os nossos heróis sobram apenas uns quantos tiros e arranhões.

ALIGN=JUSTIFY>A concentração de Len Wiseman (“Underworld”) limita-se à forma. E esta, por muito esmagadora e fantástica que seja, não consegue sustentar uma narrativa tão frágil.

ALIGN=JUSTIFY>Num Verão onde os prazeres parecem não estar isentos de culpa, “Die Hard 4.0” poderia ter sido um deles. Mas nem isso.


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ALIGN=JUSTIFY>CITAÇÕES:

ALIGN=JUSTIFY>COLOR=#AAAAAA>“Matt Farrell – You just killed a helicopter with a car!
John McClane – I was out of bullets.”
JUSTIN LONG (Matt Farrell) e BRUCE WILLIS (John McClane)













Taxidermia ****

11.07.07, Rita

ALIGN=JUSTIFY>Realização: György Pálfi. Elenco: Csaba Czene, Gergely Trócsányi, Piroska Molnár, Adél Stanczel, Marc Bischoff, Gábor Máté, Zoltán Koppány, Géza D. Hegedüs. Nacionalidade: Hungria / Áustria / França, 2006.


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ALIGN=JUSTIFY>“Taxidermia” é um filme nojento, bizarro e grotesco, feito com um prazer perverso e uma estética tão cuidada que não nos consegue deixar indiferentes.

ALIGN=JUSTIFY>O filme acompanha três gerações de homens de uma mesma família húngara. Três seres aparte, cada um deles com uma estranha relação com o seu próprio corpo. Vendel Morosgoványi (Csaba Czene) é um militar de baixa patente que exterioriza as suas necessidades sexuais da melhor (e mais original) forma que pode, vivendo numa ansiedade obsessiva na quinta do seu superior. O seu filho, Kálmán Balatony (Gergely Trócsányi) pôs a render a sua compulsão por comida em concursos internacionais. Do seu casamento com Gizi Aczél (Adél Stanczel), também ela uma campeã de comida, nasce Lajos (Marc Bischoff), um escanzelado taxidermista, condenado a cuidar do seu pai imóvel e dos seus três enormes gatos.

ALIGN=JUSTIFY>Os dois primeiros actos deste filme, que compreendem, entre outras experiências visuais, a matança de um porco, a ingestão desmedida e o consequente vómito, contêm em si algo de cómico, pelo insólito e pelo trágico das situações. O mesmo já não se pode dizer da terceira parte, marcada por uma aura perturbadora de terror até ao clímax final.

ALIGN=JUSTIFY>Não se lê no argumento de Zsófia Ruttkay e do realizador György Palfi a intenção de chocar sem objectivo. Trata-se antes do retrato de um universo de excêntricos inadaptados, brilhantemente interpretados por todo o elenco, numa visão do corpo até às suas entranhas. Através da exploração física faz-se o caminho para o mundo psicológico destas personagens. Num e noutro, o horror e a beleza convivem lado a lado.

ALIGN=JUSTIFY>“Taxidermia” está muito bem filmado e editado, numa fabulosa fotografia de Gergely Pohárnok, cujo esquema de cores vai perdendo progressivamente o lustro a cada novo acto. Várias cenas prometem ficar registadas na memória: os movimentos de 360º através de um soalho e em redor de uma banheira, mostrando os seus diversos usos; ou um soldado imaginando-se parte de uma versão ‘pop-up’ do conto de Andersen “A Menina dos Fósforos” e abusando da sua inocência.

ALIGN=JUSTIFY>Pornográfico na forma como mostra o organismo nalgumas das suas funções menos agradáveis, “Taxidermia” oscila entre o animal e o humano, entre os instintos primários e o autocontrolo da racionalidade. O sémen, o vómito e o sangue, são ao mesmo tempo símbolos da necessidade de sexo, comida e saúde, ou melhor, dos desejos básicos de amor, conforto e imortalidade.

ALIGN=JUSTIFY>Um filme visceral, literalmente.

ALIGN=JUSTIFY>SIZE=1>Não aconselhável a estômagos fracos.



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ALIGN=JUSTIFY>COLOR=#AAAAAA>E se o gosto do filme pode ser posto em questão, o do site oficial é simplesmente uma delícia:



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Verão Azul

10.07.07, Rita


ALIGN=JUSTIFY>Porque estas não são ainda as noites de Verão pelas quais anseio, o sofá recebe o corpo mole e a mente agitada, distraindo-se com uma viagem no tempo.


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ALIGN=CENTER>SIZE=1 COLOR=#BBBBBB>(Pancho, Bea, Javi, Julia, Desi, Tito, Piraña, Quique)








INATEL - FESTA DO CINEMA 2007

07.07.07, Rita


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ALIGN=JUSTIFY>Esperemos que o calor se mantenha, e, com ele, se possam apreciar ao ar livre alguns dos filmes que o frio, fechando-nos em casa, não nos tenha permitido ver.

ALIGN=JUSTIFY>Este ano também no Porto, de 7 a 14 de Julho.

ALIGN=JUSTIFY>Em Lisboa as sessões são às 21h45 (excepto “O Segredo de Terabítia” às 22h00).
Bilhetes normais - 3,00€ ou 13,00€ a colecção de 13 filmes; Associados do INATEL - 2,00€ ou 9,00€ a colecção de 13 filmes.


COLOR=#AAAAAA>Sábado, 28 Julho

COLOR=#E90909> “PIRATAS DAS CARAÍBAS – NOS CONFINS DO MUNDO”

De Gore Verbinski com Johnny Depp, Orlando Bloom, Keira Knightley, Geoffrey Rush (EUA, 2007, 168’)

COLOR=#AAAAAA>Domingo, 29 Julho

COLOR=#E90909> “THE DEPARTED: ENTRE INIMIGOS”

De Martin Scorsese com Leonardo DiCaprio, Matt Damon, Jack Nicholson (EUA, 2006, 152’)

COLOR=#AAAAAA>Terça, 31 Julho

COLOR=#E90909> “HOMEM-ARANHA 3”

De Sam Raimi com Tobey Maguire, Kirsten Dunst, James Franco (EUA, 2007, 156’)

COLOR=#AAAAAA>Quarta, 01 Agosto

COLOR=#E90909> “DIAMANTE DE SANGUE”

De Edward Zwick com Leonardo DiCaprio, Djimon Hounsou, Jennifer Connelly (EUA, 2006, 143’)

COLOR=#AAAAAA>Quinta, 02 Agosto

COLOR=#E90909> “MR. BEAN EM FÉRIAS”

De Steve Bendelack com Rowan Atkinson, Willem Dafoe, Emma de Caunes (Reino Unido, 2007, 90’)

COLOR=#AAAAAA>Sexta, 03 Agosto

COLOR=#E90909> “À NOITE, NO MUSEU”

De Shawn Levy com Ben Stiller, Robin Williams, Carla Gugino (EUA, 2006. 112’)

COLOR=#AAAAAA>Sábado, 04 Agosto

COLOR=#E90909> “O SEGREDO DE TERABÍTIA”

De Gabor Csupo com Josh Hutcherson, AnnaSophia Robb, Zooey Deschanel (EUA, 2007, 95’)

COLOR=#AAAAAA>Domingo, 05 Agosto

COLOR=#E90909> “OCEAN’S 13”

De Steven Sodenbergh com George Clooney, Brad Pitt, Matt Damon, Andy Garcia, Al Pacino (EUA, 2007, 125’)

COLOR=#AAAAAA>Terça, 07 Agosto

COLOR=#E90909> “PSYCHO”

De Alfred Hitchcock com Anthony Perkins, Vera Miles, Martin Balsam (EUA, 1960, 104’)

COLOR=#AAAAAA>Quarta, 08 Agosto

COLOR=#E90909> “FILME DA TRETA”

De José Sacramento com José Pedro Gomes, António Feio, José Raposo, Marco Horácio e Maria Rueff (Portugal, 2006, 91’)

COLOR=#AAAAAA>Quinta, 09 Agosto

COLOR=#E90909> “O LABIRINTO DO FAUNO”

De Guillermo Del Toro com Ariadna Gil, Ivana Baquero, Sergi López (México/Espanha/EUA, 2006, 112’)

COLOR=#AAAAAA>Sexta, 10 Agosto

COLOR=#E90909> “HAPPY FEET ”

De George Miller vozes V.P. de Tiago Retré, Carlos Rodrigues, Patrícia Bull (Austrália/EUA, 2006, 96’)

COLOR=#AAAAAA>Sábado, 11 Agosto

COLOR=#E90909> “300”

De Zack Snyder com Gerard Butler, Lena Headey, Rodrigo Santoro (EUA, 2006, 117’)


































Sessão da noite (iii)

06.07.07, Rita

ALIGN=CENTER>com Interpol


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ALIGN=CENTER>COLOR=#E90909>NEXT EXIT


So baby make it with me in preparation for tonight
We've got so much to leave
That's not what makes this right
You've been building up steam
Ignited by this fight
So do this thing with me
Instead of tying on a tight one tonight

We're going
We're going
We're going
And we're gone
(...)


ALIGN=CENTER>COLOR=#E90909>EVIL


Rosemary
Heaven restores you in life
You're coming with me
Through the aging, the fearing, the strife
It's the smiling on the package
It's the faces in the sand
It's the thought that moves you upwards
Embracing me with two hands
Right will take you places
Yeah maybe to the beach
When your friends they do come crying
Tell them now your pleasure's set up on slow-release

Hey wait
Great smile
sensitive to fate not
Denial
But hey who's on trial?

It took a life spent with no cellmate
The long way back
Sandy, why can't we look the other way?

We speaks about travel
Yeah, we think about the land
We smart like all peoples
Feeling real tan
I could take you places
Do you need a new man?
Wipe the pollen from the faces
Make revision to a dream while you wait in the van
(...)























































Sessão da noite (ii)

05.07.07, Rita

com LCD Soundsystem






SOMEONE GREAT

I wish that we could talk about it,
But there, that's the problem.
With someone new I could have started,
Too late, for beginnings.
The little things that made me harassed,
Are gone, in a moment.
I miss the way we used to argue,
Locked, in your basement.

I wake up and the phone is ringing,
Surprised, as it's early.
And that should be the perfect warning,
That something's, a problem.
To tell the truth I saw it coming,
The way, you were breathing.
But nothing can prepare you for it,
The voice, on the other, end.
(...)
There shouldn't be this ring of silence,
But what, are the options?

When someone great is gone.
(...)