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CINERAMA

CRÍTICA E OPINIÃO SOBRE CINEMA

CINERAMA

CRÍTICA E OPINIÃO SOBRE CINEMA

HOLA LISBOA 2008

05.05.08, Rita




De 21 a 25 de Maio, o Cinema São Jorge recebe uma nova edição do Festival de Cinema Ibero-Americano, o Hola Lisboa, de onde se destaca a ante-estreia do filme “Tropa de Elite” de José Padilha. Bilhetes a 3,50 euros.



FILMES EM COMPETIÇÃO:




TROPA DE ELITE, de José Padilha (Brasil, 2007, 118min)

com Wagner Moura, Caio Junqueira, André Ramiro, Maria Ribeiro, Fernanda Machado

Nascimento, capitão da Tropa de Elite, lidera uma equipa de militares treinados para intervir em zonas de risco nas favelas do Rio de Janeiro. Cansado da corrupção existente na polícia, Nascimento procura um substituto para o seu cargo. Neto e Matias, ambos a realizar o curso de formação para entrarem na Tropa de Elite, destacam-se pela honestidade.




BARCELONA [UN MAPA], de Ventura Pons (Espanha, 2007, 90min)

com Núria Espert, Josep Maria Pou, Rosa Maria Sardà, Jordi Bosch, María Botto, Pablo Derqui, Daniel Medrán, Ramon Villegas

Rosa (Núria Espert) e Ramon (José María Pou) são um velho casal, donos de um edifício velho e que alugam quartos. Barcelona (un mapa) conta assim a história de seis personagens que vivem neste prédio. Ramon, antigo porteiro da ópera, pede a todos para irem embora, pois está a morrer e quer ficar sozinho nos últimos dias da sua vida. Incesto, homossexualidade e adultério cruzam-se na vida de todas as personagens.








SOÑAR NO CUESTA NADA, de Rodrigo Triana (Colômbia, 2006, 96min)

com Juan Sebástian Aragón, Diego Cadavid, Manuel José Chávez, Carlos Manuel Vesga, Verónica Orozco, Marlon Moreno, Carolina Ramírez, Carolina Cuervo

Colômbia, Maio de 2003. Baseado em factos reais, este filme conta a história de quatro soldados que pertencem a um grupo do exército nacional da Colômbia e que combatem a guerrilha na selva amazónica. Após desalojarem o inimigo, os soldados encontram 46 milhões de dólares escondidos pelos guerrilheiros. O aproveitamento milionário da situação acabará cedo em pesadelo.




DOT.COM, de Luís Galvão Teles (Portugal, 2007, 103min)

com João Tempera, Marco Delgado, María Adánez, Maria José, Margarida Carpinteiro, Adriano Luz, Isabel Abreu, José Eduardo, Lia Gama e Tony Correia

Águas Altas. Este é o nome de uma pequena e bela aldeia portuguesa do interior. Composta por gente humilde, Águas Altas está prestes a ser o centro do mundo. Tudo porque uma multinacional sediada em Madrid quer reclamar o nome do seu site para lançar uma água com o mesmo nome. Mas no interior da aldeia há quem queira vender o site à multinacional e quem, por outro lado, se mostre irredutível. Um diferendo que cai nas bocas do mundo e que arrasta uma enorme tempestade mediática e uma intervenção directa do Primeiro-ministro português. Está nas mãos dos aldeões gerir uma questão de identidade nacional perante a «invasão» espanhola.




PAÍ, Ó!, de Monique Gardenberg (Brasil, 2007, 96min)

com Lázaro Ramos, Stênio Garcia, Wagner Moura, Luciano Souza, Dira Paes, Érico Brás, Tânia Tôko, Emanuelle Araújo, Rejane Maia, Lyu Arisson, Valdinéia Soriano

No primeiro dia do Carnaval da Bahia, os habitantes de um animado cortiço localizado no Bairro da Barroquinha, logo abaixo do Pelourinho, se debatem com a notícia de que a impiedosa dona do pobre prédio fechara o registo de água para acabar com a festa de todos. Ó paí, ó, como o título indica em "dialecto baiano" ("olhe para isso, olhe"), volta as lentes para o espaço privado de um cortiço de onde vão surgir personagens-ícones da indústria cultural na Bahia. O filme faz uma rasura na superfície de uma reordenação urbanística do Pelourinho que violentou territorialidades negras em tentativas vãs de embranquecimento cultural e de desafricanização dos espaços públicos de Salvador.




PADRE NUESTRO, de Rodrigo Sepúlveda (Chile, 2006, 100min)

com Jaime Vadell, Luis Gnecco, Francisco Pérez-Bannen, Cecilia Roth, Amparo Noguera

Caco decide aproveitar os últimos dias que lhe restam de uma doença terminal, realizando uma viagem em família de retorno aos seus lugares de adolescência entre Valparaíso e Quintero. Do confronto entre o presente e passado resultará a reconciliação consigo próprio.




XXY, de Lucía Puenzo (Argentina, 2007, 86min)

com Inés Efron, Martín Piroyansky, Ricardo Darín, Valeria Bertuccelli, Germán Palacios, Carolina Pelleritti, Guillermo Angelelli

Alex, uma adolescente de quinze anos, hermafrodita, é despertada na sua curiosidade sexual pela presença de Álvaro, filho de um casal amigo, recém hospedado em casa dos pais. A confusão de Alex vai desencadear uma série de questões sobre os verdadeiros impulsos e sobre o destino que vai escolher.




RADIO CORAZÓN, de Roberto Artiagoitía (Chile, 2007, 100min)

com Claudia de Girolamo, Daniel Muñoz, Amparo Noguera, Tamara Acosta, Felipe Braun, Manuela Martelli, Néstor Cantillana, Daniel Alcaíno, Juana Viale

O filme Radio Corazón é baseado em três histórias que são ouvidas num programa de rádio popular chileno El Chacotero Sentimental. Estas histórias estão ligadas por um tema em comum – sexo - , onde os ouvintes relatam os seus envolvimentos e jogos amorosos num registo cómico ao dramático.




* Sinopses retiradas do site oficial



























































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