13 comentários:
De Ricardo óscar a 7 de Maio de 2006 às 18:27
Realmente as opiniões são sempre mais subjectivas do que aquilo que se julga. Este é sem dúvida um dos meus três filmes favoritos de sempre. Fico estupfacto quando alguém escreve estas barbaridades a respeito do easy rider. Um grito de liberdade que poucos compreenderão. E comentar este filme sem nunca ter experimentado drogas, é como descrever o mar sem nunca o ter visto...


De Rita a 8 de Maio de 2006 às 09:34
Como dizes e bem, as opiniões são MESMO subjectivas (acho até que está implícito na sua definição, mas não juro). Admito perfeitamente que gostem deste filme, e até que o julguem o melhor filme do mundo.
É na aceitação de opiniões divergentes que se vê o verdadeiro ideal de liberdade, que é bem mais válido aplicado do que apregoado.
E quanto a tomar drogas para apreciá-lo, pois sim. Mas eu aviso no início que não as tomo, e essa pode ser uma explicação para não ter gostado do filme. Aliás, essa é a explicação mais fácil.
Agora, se eu achasse que a vida (e os seus prazeres - como o cinema) só pode ser verdadeiramente apreciada em estados alterados de consciência, isso levar-me-ia a concluir que o meu processo de conhecimento/crescimento está muito aquém do que eu julgava.
Votos de bom cinema!


De Anónimo a 12 de Julho de 2007 às 11:29
Comprei o DVD e vi o filme.
É fraco.Há a musica, o Jack Nicholson, (é admirável como não mudou a expressão dramática) mas não chega.
É "entretenido" como dizem os espanhois, mas não mais do que isso. Aumenta de interesse com a entrada do Nicholson e decai quando este saí.
Pouca imaginação, personagens mal desenvolvidas... o bom cinema é outra coisa.

Nelson Silva


De Levy a 24 de Abril de 2008 às 20:17
Discordo do amigo. É um filme que marcou época, tornando-se "cult". Naturalmente, há que ser compreendido em sua época. Assisti em 1970, creio, no cine Rio (conjunto nacional, em São Paulo), quando fazia cursinho no Objetivo. Todos os espectadores saíram do cinema impressionados e revoltados com o "american way of life" e o final. Um grande filme, em todos os aspectos.


De rafae hoots a 13 de Julho de 2007 às 12:14
eu ainda nao assisti esse filme ..mas vou pegalo na locadora ..pq gosto de usar droas e acho interresante outras visoes das drogas ....por exemplo ...eu fumo maconha pra viajar e tem gente q fuma e si por ai falando merda pros outros ....

tem muita gente q usa de bebida alcolica mais sao so alguns q saem bebados ...isso e usar drogas so da mais um q de suspense ..se nao fossem os drogados o undo seria todo igual..


De maximusmoreira a 7 de Agosto de 2007 às 18:34
independentemente de se usar ou não drogas, temos que louvar o filme e toda a época em que ele se insere, a critica essa, aumenta as vendas e aguça a curiosidade, eu a meu ver é mais um filme, não é nenhuma obra prima mas tem os seus encantos.


De John Iron Cock a 2 de Julho de 2008 às 17:18
Você devia ser posto a ferros por escrever essas coisas!

Como ousar não gostar de um filme que eu gosto e escrever essas barbaridades?


De Anónimo a 24 de Julho de 2008 às 20:31
Mas a estréia de Easy Rider em Cannes, em 13 de maio de 1969, foi recebida com um silêncio atônito, seguido de uma ovação de pé. Não ganhou a Palma de Ouro, mas Hopper foi considerado o melhor diretor novo. Recebeu duas indicações para o Oscar, nas categorias de melhor ator coadjuvante (Jack Nicholson) e melhor roteiro original. A crítica ficou encantada. Era o começo de um novo cinema americano. Lee Hill comenta: "Sem destino mostrava não só onde o Paraíso e o Inferno podiam estar, como também, mais dolorosamente, onde a Queda havia começado."


De Roberto Paloski a 12 de Setembro de 2008 às 23:11
Você é ridiculo.
"Confesso que fiz fast-forward em quase todas as cenas de estrada...", ahn? Depois dessa não preciso dizer mais nada.


De MArco Aurelio a 18 de Setembro de 2008 às 16:14
Com 56a de idade ainda sonho com o dia em que tive o privilégio de assistir essa monstruosidade de idéias, conceitos e bons pensamentos. Sei que n ha perfeito sem defeito. Daquela minha época restam saudades, amor por motores poderosos e vontade de sair "easy rider". ha alguns frustrados que choram de desejo e reprimem em razão disto. Creio q alguns pensam bem como os que o criaram e o viveram. PS.: assisti na estréia no RJ.


De António a 2 de Janeiro de 2009 às 22:45
Adorei o filme, é o melhor filme que retrata a sociedade americana no final dos anos 60 com o movimento e hippie e tb as drogas, nao se perde em promenores, e tal como disse jack nicholson, a dennis hoper as pessoas tratam vos assim porque voces sao livres. E foi por isso que acabaram ambos mortos, os motards por dois rednecks, e o jack morto a paulada, isso só mostra a grandiosidade do filme e como é um grande retrato a America naquele tempo, um filme que não é para todos, mas para quem gosta de cinema e quem sabe apreciar, é um filme que recomendo, e cada um deve tirar a sua lição de moral deste filme


De rato a 1 de Abril de 2009 às 16:04
Não é necessário ter sido viciado em drogas para se gostar de "Easy Rider". O que na verdade é necessário é ter-se mais de 50 anos e ter-se visto o filme quando ele saíu, em 1969. Só assim se poderá entender como é que um filme, que nem sequer é "bom cinema" pôde ter tanta importância no final da década de 60.
"Easy Rider" vale mais pelas influências que provocou do que pelo seu real valor. E a sua maior virtude foi sem dúvida ter despoletado de vez o cinema independente.


De Zé Maria a 13 de Janeiro de 2011 às 18:51
O Easy Rider é um filme que, quando acabei de o ver, não consegui responder a mim mesmo se gostei ou não. Alguns meses depois, o facto de continuar a pensar no filme é um bom indício.

O Easy Rider é um filme bizarro para quem (como eu) tem 21 anos, e talvez por isso custe a entender o que está ali de facto implícito. Pertence a uma geração diferente. Os valores que faziam sentido para a juventude da época não são os mesmos da actual. Daí a imediata repulsa que muita gente apresenta perante o filme.

Penso que o autor da crónica cometeu uma falha grave ao não incluir nas citações aquele que é o momento chave do filme: "we blew it". Esta enigmática frase nunca mais me sairá da cabeça.


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